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Meio
a meio (001)
Primeiro pastor: quantos membros há na sua congregação?
Segundo pastor: oitenta.
Primeiro pastor: todos eles são ativos?
Segundo pastor: todos. Quarentas são ativos em meu favor, e quarenta são
ativos contra mim.
Contando carneirinhos (002)
Voltando para casa depois do culto, o garotinho perguntou ao pai qual era o número
mais alto até o qual já tinha contado. O pai respondeu que não se lembrava e
perguntou ao filho qual era o número dele. Era 973.
- Por que você parou no número 973 - perguntou o pai, curioso.
- Porque quando eu estava nesse número o pastor terminou o sermão.
O verdadeiro motivo (003)
A mãe de uma garotinha de 4 anos estava narrando as peripécias da filhinha
durante o culto:
- Pelo menos duas vezes por culto ela pede para ir ao banheiro. Certo dia ela se
entregou. Encontrando uma vovó no banheiro, ela lascou a pergunta: "a
senhora também está cansado do culto?"
Segunda é dia de folga do pastor? (004)
Um membro telefonou ao pastor às 7 da manhã de terça-feira. Indignado, disse
acusadoramente:
- Ontem eu procurei pelo senhor a tarde toda!
- Segunda é meu dia de folga - respondeu o pastor.
O membro, ainda mais indignado, retrucou:
- O diabo nunca tira folga!
- Desde quando - perguntou calmamente o pastor - o diabo é o meu exemplo?
Concorrência dura (005)
Certo homem, sobrevivente de uma grande enchente, nunca se cansava de narrar
suas experiências. Quando morreu, foi para o céu. Foi recebido por São Pedro,
que disse:
- Se há alguma coisa que posso fazer para tornar a sua presença aqui no céu
ainda mais agradável, pode falar.
- Bem, há uma coisinha - o homem disse. - Eu gostaria de compartilhar com todos
aqui as minhas emocionantes experiências na enchente de 1940.
- Tudo bem - disse São Pedro -, talvez alguém se interesse. Mas antes eu
preciso lhe alertar que Noé já está por aqui há um bom tempo!
Mais água! (006)
Pronto para batizar o menino, o pastor pergunta aos pais:
- Qual é o nome dessa criança que será batizada?
Orgulhosamente a mãe responde:
- Marco Antônio Randolfo Cristóvão Felipe de Lima e Silva von Ostemberger
Cardoso Júnior.
O pastor, perplexo, volta-se para o diácono e diz:
- Um pouco mais de água, por favor!
Medida de precaução (007)
O filho do pastor caminhou com determinação até o sofá onde o pai estava
sentado. Na mão levava o boletim de notas:
- Pai, aqui está o meu boletim do bimestre - e aqui está um dos seus, que
achei no baú!
Uma boa idéia (008)
Querendo aumentar a freqüência aos cultos de Advento, a Congregação
Celestial decorou a porta do templo como se fosse um presente de Natal. Ao lado
de fora da porta foi colocado um cartaz: "Por favor, abra antes do
Natal".
Um presente de Natal (009)
A pequena Mariele foi perguntada sobre o presente que daria ao irmãozinho Jonas
no Natal:
- Eu não sei - disse.
- Mas o que você deu para ele no ano passado?
- Sarampo.
Situação de emergência (010)
Durante o sermão o pai ficou nervoso com o mau comportamento do filho de seis
anos - que também estava recebendo olhares desagravados dos vizinhos. De
repente o pai agarrou o garoto e começou a sair do templo. Foi então que o
garoto, olhando para trás, sobre o ombro do pai, lançou seu brado por socorro:
"Por favor, orem por mim!"
Num certo culto de verão (011)
Era um domingo terrivelmente quente. O culto era às 2 horas da tarde. A capela
estava apinhada de gente. Duas das quatro janelinhas estavam emperradas e não
abriam um centímetro. O único ventilador existente estava pifado. A impaciência
era generalizada.
O pastor já estava no púlpito uns bons 25 minutos e, ao que parecia, o sermão
estava lá pela metade. Foi então que o pastor fez uma pergunta retórica - e
fatal:
- E depois de tudo isso, o que mais posso dizer, meus irmãos?
Do fundo do templo ouviu-se uma tímida, prestativa - e suada resposta:
- Que tal um amém?
Onde é que Jesus mora? (012)
Certa vez fizemos uma viagem de avião. Alguns dias depois, o Daniel, de quatro
anos, perguntou-me onde Jesus morava. Respondi que Jesus morava no céu. Daniel
pensou e então retrucou:
- Como é que eu não vi ele quando a gente tava lá no avião?
Expliquei que não dava para ver porque Jesus morava dentro do céu e que o avião
não podia entrar lá. Daniel então arrematou:
- É que o buraco pra entrar é pequeno e o avião não passa, né?
Colaboração do pastor João Carlos Tomm
História de pastor pescador (013)
Três pastores resolveram aproveitar sua segunda de folga para uma pescaria em
um lago. Já no barco, começaram a remar para o meio do lago. Foi então que um
dos pastores se deu conta de que havia esquecido o seu caniço na margem.
Calmamente desceu do barco e caminhou em direção à margem.
Na seqüência, outro pastor reparou que havia esquecido as minhocas. Ele também
desceu do barco e caminhou em direção à margem.
O terceiro pastor permaneceu no barco, estupefato. Quando os dois pastores
voltaram, ele disse:
- Se vocês foram capaz de caminhar sobre a água, eu também posso!
E foi... só pisar fora do barco para começar a afundar.
Os dois pastores se olharam e um deles disse:
- Você não acha que deveríamos ter mostrado para ele onde é que a pedras estão?
Situação crítica (014)
Preocupante é quando o pastor espia da sacristia para ver o pequeno número de
membros presentes para o culto de quarta-feira à noite, dias das finais da Copa
Brasil - e então se dá conta de que, na verdade, é domingo de manhã.
Eles não precisam da Arca de Noé (015)
Recebi na Convenção da Igreja livrinhos infantis com histórias bíblicas
ilustradas da Sociedade Bíblica do Brasil. Coisa de primeira. Entusiasmado,
logo na semana seguinte resolvi contar um das historinhas para meu sobrinho de
três anos. Escolhi a que narrava o dilúvio.
Apontando para a figura do livrinho que ilustrava os animais em fila na porta da
arca, expliquei mais ou menos assim:
- Então Noé chamou todos os animais para entrarem na arca antes que a chuva caísse.
Todos precisavam fugir da chuva que iria cobrir toda a terra... Vejam os animais
subindo na arca... os elefantes, as girafas, os patos...
Foi então que a inocência do meu sobrinho me venceu:
- Mas os patos sabem nadar!
Colaboração de Augusto Kircchein
Ver para
crer (016)
Há alguns anos, quando estudante do Seminário Concórdia de São Leopoldo
(RS), fui atender uma congregação num final de semana. Falando no sermão
sobre as muitas tentações que cercam o cristão, ilustrei:
- Neste momento, meus irmãos, o diabo está ali, no lado de fora da porta,
esperando-nos com mais algumas coisas com as quais irá nos tentar.
Foi então que vi duas mulheres, sentadas no último banco, virarem-se para a
porta, para conferir minha ilustração...
Colaboração do pastor Éder C. Wehrholdt
A colheita (017)
Chegando em casa depois do culto, a menina de cinco anos pergunta à mãe:
- Mãe, o que é esse negócio de "intrigar" que o pastor tanto falou
no sermão de hoje?
- Intrigar... Ora, intrigar é ficar intrigando.
- Mas o que é "ficar intrigando" - insistiu a menina.
Sem saber como explicar direito, a mãe lascou essa:
- "Intrigar" é colher trigo! E agora me deixa trabalhar!
Dias depois, a menina chega para mãe:
- Nossos vizinhos estão intrigando.
Esquecida da "explicação" que tinha dado à filhinha dias antes, a mãe
observa:
- Que coisas mais feia uma família na nossa igreja ficar intrigando! Isso é
pecado!
E a menina:
- Mas quem disse que colher trigo é pecado?
Colaboração de Adelaide Alves, Itá, SC
Pegos em flagrante (018)
Ao final do culto, o pastor anunciou que no culto seguinte falaria sobre o
pecado da mentira. E acrescentou:
- Em preparação ao assunto, peço que todos leiam o capítulo 17 do evangelho
de Marcos.
No início do culto seguinte o pastor disse:
- Aqueles que não leram a leitura programada queiram se levantar.
Parte da congregação se levantou.
- Agora - continuou o pastor - peço que se levantam aqueles que leram Marcos
17.
Metade da congregação se levantou. O pastor então arrematou:
- Agora estamos prontos para falar sobre a mentira, pois o Evangelho de Marcos
possui apenas 16 capítulos.
Colaboração de Gilvana Schneider, Cariacica, ES
Engolindo Jonas (019)
Cético (após ouvir a história de Jonas): sinceramente, eu não consigo
engolir Jonas.
Crente: você não precisa. Deus preparou um grande peixe para fazer isto.
Pão fresco (020
O neto pergunta para a avó:
- Vó, por que é que no Pai-Nosso a gente pede a Deus que nos dê o pão de
cada dia? Não seria melhor logo pedir pão para uma semana inteira?
A vó respondeu:
- Porque Deus é tão bom, ele não gosta de dar pão duro para a gente.
Colaboração de Leandro Thurow, São Lourenço do Sul, RS
No caminho certo (021)
O templo estava superlotado naquele culto. Retornando ao seu banco após uma
"saída de emergência", o garotinho respeitosamente perguntou a uma
senhora:
- Eu pisei no pé da senhora quando saí?
- Bem - sussurrou a senhora, pronta para aceitar o pedido de desculpa do garoto.
- Na verdade, você pisou.
- Ótimo! - disse o garoto. - Então agora eu devo estar no banco certo!
Mudança de Hábito III (022)
A família estava fazendo um passeio domingueiro. A certa altura passaram em
frente a um templo da Igreja Católica. Ao lado do portão estavam paradas duas
freiras, vestidas com os seus hábitos. A menina de cinco anos viu as freiras e
disse:
- Veja, mãe, esse filme nós já vimos, não é?
O pastor não está (023)
Já estava passando da hora de iniciar o assembléia da congregação e o pastor
ainda não havia chegado para dirigir o costumeiro momento devocional.
Finalmente, o presidente resolveu que a assembléia iria iniciar assim mesmo,
apenas com uma oração feita por um voluntário... o tesoureiro. O tesoureiro
se levantou e disse:
- Oremos a Deus, pois o pastor não está presente...
Missa impossível (024)
Em Muriaé, Minas Gerais, um templo católico tinha afixado este aviso:
"Celebrações de casamento, batizados e missas de 7º dia só com 15 dias
de antecedência".
Registro no Jornal O Regional, Baixo Guandu, ES
Desculpa para gazear o culto (025)
Dois membros da Congregação Celestial estavam jogando futebol no domingo de
manhã. No intervalo do jogo, um deles disse:
- Estou com a consciência pesada, Ainda acho que deveria ter ido ao culto. Aliás,
a minha consciência me diz que você deveria ter ido também.
O outro membro não estava tão preocupado assim:
- Olha, eu hoje não poderia ter ido ao culto de qualquer maneira?
- Mas como não?
- É que a minha mulher está doente em casa.
Motivos razoáveis (026)
A esposa do pastor entrou voando no quarto:
- Vamos lá! Já está passando da hora de levantar. Já em pé!
O som que saiu debaixo das cobertas foi um resmungo. A esposa puxou as cobertas.
- Vamos lá! Já está passando da hora!
Meio sonolento, o pastor desafiou:
- Dê-me pelo menos dois bons motivos para que eu saia desta cama quentinha!
A esposa pensou um pouco e disse:
- Dois motivos? Pois eu lhe dou três: o culto começa às nove! Já são quase
nove! E você é o pastor!
Igreja lotada (027)
O pastor, preocupado com a baixa freqüência aos cultos, resolveu inventar. Ao
final do culto avisou que no próximo domingo pregaria sobre um família que era
um verdadeiro escândalo.
No domingo pela manhã, o templo já estava cheio meia hora antes do culto começar.
Os curiosos e fofoqueiros estavam a postos. Então o pastor começou a falar
sobre... Adão, Eva e os filhos Caim e Abel!
Colaboração de Fernando G. Krüger, Santo Ângelo, RS
O máximo do mínimo esforço (028)
Esposa (para o marido desinteressado, durante o sermão): Será que você não
poderia prestar pelo menos o mínimo de atenção ao pastor?
Marido (após um carteado que foi madrugada adentro): Já estou prestando o mínimo
que posso.
Deus cuida do meu pai? (029)
A professora de Escola Dominical estava falando sobre o cuidado que Deus tem
pelos seus filhos, que ele conhece todos os fios de cabelo de uma pessoa. A
garotinha ficou bem interessada quando ouviu a palavra "cabelo":
- Então Deus não cuida do meu pai.
Surpreendida, a professora mal conseguiu dizer:
- Como não?
- Ué, ele é careca!
Veteranos em exegese (030)
Uma certa disciplina de exegese do Antigo Testamento era a mais temida pelos
alunos do Seminário. Todos sabiam que não era fácil ser aprovado nela. O
problema foi que ninguém avisou o pastor que havia decidido fazer uma
reciclagem na férias e se matriculou na disciplina.
Durante o primeiro dia de aula, o pastor observou que pouquíssimos alunos
estavam fazendo anotações. Intrigado, após a aula perguntou ao colega do
lado:
- Porque é que a maioria não está se preocupando em fazer anotações?
- A maioria de nós não precisa - disse. - Já fizemos as anotações no
semestre passado.
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