|
Férias das férias (061)
Primeiro pastor: você não tirou férias esse ano, tirou?
Segundo pastor: não, eu precisava de um descanso.
Problema de concordância (062)
Sessão de aconselhamento pastoral. Esposa fala para o pastor:
- A coisa está feia, pastor. Meu marido e eu não conseguimos concordar alguma coisa já
faz dois anos.
Marido, para a esposa:
- Faz três anos!
Tamanho é documento
(063)
Membro telefona para o pastor:
- A que horas começa o culto?
O pastor responde:
- A que horas você pode estar na igreja?
O povo quer saber (064)
Um pomposo político, candidato a deputado, estava fazendo campanha em congregações da
Igreja. Em certa congregação, terminou o seu pomposo e demagógico discurso com a
clássica pergunta:
- E agora, meus irmãos, alguma pergunta?
Um agricultor se levantou e foi direto:
- Quem mais está concorrendo?
Aqui tá bom
(065)
Sem mais nem menos, meu garoto de 4 anos disse:
- Pai, a gente não vai pro céu!
Preocupado com a resposta que deveria dar, apressei-me em perguntar:
- Pra onde a gente vai então?
De lábios estufados, ele respondeu:
- A gente vai ficar aqui!
Colaboração do pastor Roberto Schultz
E agora, pastor? (066)
O pastor recém formado chega a uma cidade muito pobre. Ao visitar uma família, é
desafiado pela dona da casa:
- Vocês, pastores, são todos iguais! Pregam o amor ao próximo, mas são uns luxentos.
Não comem na casa dos pobres; só gostam dos ricos.
Ainda meio desnorteado, o pastor respondeu:
- Mas eu não sou assim. As pessoas não são todas iguais.
- Que bom - disse a mulher. - Então me deixe preparar um cafezinho para o senhor.
Diante do olhar perplexo do jovem pastor, a mulher pegou água bastante suja num pequeno
açude e a colocou para esquentar. Serviu o café num xícara velha e engordurada.
- Aqui está, seu pastor. Pode tomar que vou buscar uns biscoitos na cozinha.
O pastor aproveitou a chance e correu até a janela e jogou o café fora... e ficou só
com a alça da xícara na mão.
Colaboração de Otto C. Jordão, Afonso Cláudio, ES
Quem corta a grama? (067)
O pastor iniciou seu pastorado na nova congregação. Dois meses mais tarde, reparou que a
grama no pátio da igreja e da casa pastoral já estava bastante alta. Na reunião da
diretoria ele perguntou:
- Quem é que corta a grama?
A resposta veio imediatamente:
- O pastor Jacó, o seu antecessor, é quem costumava cortar a grama.
Na reunião seguinte, um dos itens era: Quem corta a grama? O pastor informou:
- Durante a semana eu telefonei ao pastor Jacó, lá no Paraná, e ele me disse que não
iria mais cortar a grama.
Neologismo (068)
Jeancarlo tem três anos e é filho de pastor. Constantemente ele vê seu pai estudando,
rodeado de Bíblias e outros livros. Sempre de novo, ele escuta seu pai falar Jesus
Cristo. Certo dia, durante o café da manhã, ele, curioso, pergunta ao pai:
- Pai, você vai estudar hoje, de novo, no cristório?
Colaboração de Valdemar Arend, Campo Limpo Paulista, SP
Unanimidade (069)
Presidente da congregação, ao sugerir o fim da discussão da assembléia sobre
determinado assunto:
- Parece que existe unanimidade de que não somos unânimes sobre o assunto.
Debate "teológico" (070)
Um padre e um rabino se sentaram lado a lado num jantar. Assim que a comida começou a ser
servida, viu-se que o prato principal era leitão assado. O padre, vendo que o rabino não
se atrevia a provar do leitão, disse:
- Amigo rabino, quando vais aprender a saborear algo tão delicioso como um leitãozinho
assado?
Ao que o rabino prontamente respondeu:
- Amigo padre, no dia do teu casamento!
Colaboração de Otto C. Jordão, Afonso Cláudio, RS
Analfabeto (071)
Conversa entre duas comadres:
- Você já leu a história de Jacó, o pai de José?
- Já, e várias vezes. Gosto muito daquela história.
- Realmente, é muito bonita. Mas você já observou que Jacó era analfabeto?
- Ah, não! A Bíblia não diz isso.
- Claro que diz. Lendo com atenção, você notará. Está escrito na Bíblia que
"Jacó amava Raquel e não Lia"
Colaboração de Darcy Bauer, Canoas, RS
Os "confirmandos" (072)
Três pastores estavam conversando. O primeiro se queixou:
- Estamos com um grande problema em nosso templo: está cheio de morcegos. Já fizemos de
tudo. Nem mesmo a espingarda de pressão resolveu o problema: matávamos um e apareciam
dois.
Disse o segundo pastor:
- Temos o mesmo problema. Inclusive, arranjamos um alçapão e prendemos todos os
morcegos. Colocamos todos dentro do fusca da paróquia e eu os levei a uns 300km longe.
Acontece que, quando voltei, todos eles já estavam de volta.
- Bem - disse o terceiro pastor -, nós tínhamos o mesmo problema. Ele foi resolvido. Eu
instruí os morcegos e depois os confirmei. Agora, raramente um deles aparece por aqui.
Colaboração de Darcy Petry, Rolante, RS
Parentesco (073)
Certo dia, ao retornar do meu trabalho, levei para minha casa uma sobrinha de 3 anos. No
caminho, passamos por um templo da Igreja Batista. A sobrinha viu o templo e perguntou:
- Essa igreja é Católica?
- Não - respondi. - É da Igreja Batista.
Caminhamos mais um pouco e ela meditando no assunto. Pouco depois ela comentou:
- Mas ela e a Católica são primas da nossa, que é Luterana, não é?
Colaboração de Norma Voss, Piratini, RS
O "preço" da coleta (074)
Em cada culto, o garotinho ganhava uma moeda de 50 centavos para a coleta. Em certo culto,
a mãe não tinha uma moeda de 50 centavos e deu uma moeda de 1 Real. O garotinho olhou
para a moeda e perguntou:
- O que aconteceu? A coleta ficou mais cara?
Sal de fruta (075)
Era um dia de reunião de pastores, professores e leigos numa congregação do interior. O
café da manhã foi farto. O almoço foi fartíssimo. À tardinha, na despedida, o
presidente da mesa iniciou os agradecimentos:
- Somos muitos gratos pela excelente hospitalização...
Foi então que um dos presente disse:
- Ih!, tá na hora de um sal de fruta!
Colaboração de Alípio Linden, Estância Velha, RS
Assando pão (076)
Uma senhora de 90 anos, já cansada das pernas, desabafou para o pastor:
- Pastor, eu não sei por que o Senhor não me leva logo para a vida eterna!
O pastor procurou confortar a senhora, comparando a vida dela com um pão sendo assado:
- Com certeza, já abriu o forno, pegou a forma de pão e disse: precisa ficar um pouco
mais. Bem, assim é com Deus. Ele quer que a senhora fique um pouco mais por aqui.
- Pastor - disse a senhora, com um olhar desconfiado, - o senhor não está tentando dizer
que ainda não estou bem-assada, está?
Aprendizado complicado (077)
O pastor Jacó recebeu uma carta anônima com a seguinte reclamação:
"Eu tenho sido membro dessa congregação por 15 anos. A minha reclamação vai em
forma de pergunta: por que é que, nesses 15 anos, são sempre cantados os mesmos hinos
desconhecidos?"
Êpa! (078)
Num sermão, o pastor discorria sobre o que está acontecendo no nosso
mundo - nos pensamentos voltados para a mentira, o fingimento, o adultério, a falsa
aparência... No final, ele acrescentou:
- A nossa boca fala do que está cheio o coração.
Colaboração de Iram S. Piazza, Florianópolis, SC
A reação do dedo (079)
Em sua segunda-feira de folga, o pastor Jacó resolveu dar um jeito à
cerca do quintal, que estava prestes a cair. Martelo e pregos na mão, começou a jornada.
Não demorou muito, viu que o filho do vizinho estava espiando.
- Você quer alguma coisa? - perguntou o pastor.
A resposta veio rápida:
- Eu só estou querendo descobrir o que um pastor fala, quando dá uma martelada do dedo!
De carne e osso (080)
A Marília, de seis anos, tinha medo de dormir sozinha. Antes de dormir, a
mãe dela sempre assegurava que Deus estava cuidando dela. Certa noite, Marília entrou no
quarto da mãe e a acordou:
- Mãe, eu sei que Deus está comigo no quarto, mas ainda assim eu preciso alguém de
verdade!
O Senhor e o senhor (081)
A Congregação Celestial recitou o salmo 23, louvando as maravilhas que o
Senhor faz. Ao término do culto, um menino, muito pensativo, ficou observando as pessoas
cumprimentarem o pastor à saída: "O senhor vai? Quando o senhor pode? O senhor vai
lá em casa?..."
Então, lembrando-se do que tinha sido dito do O Senhor é o meu pastor, o menino exclamou
diante do pastor à saída:
- Puxa! O senhor é mesmo poderoso, heim pastor!?
Colaboração de Iran S. Piazza, Florianópolis, SC
O "equívoco"
divino (082)
O pastor recebeu um envelope com o seguinte bilhete: "Prezado pastor:
eu sei que o senhor diz que Deus ama todas as pessoas, mas é que ele nunca encontrou a
minha irmã!"
É fácil (083)
O pastor recebeu um telefonema da Receita Federal:
- Estamos checando se é verdade que um homem chamado Daniel da Silva fez um doação de 5
mil Reais para a sua congregação no ano passado.
Pensando rápido, o pastor respondeu:
- O cheque dele ainda não chegou à congregação, mas deve chegar dentro de alguns dias.
Tudo o que preciso fazer é lembrar o sr. Daniel da doação...
A explicação (084)
Um homem perguntou ao outro por que razão ele nunca ia à igreja. A
resposta: "porque sou 'ausentista' dos sete dias'".
Disso eu não entendo (085)
- Então, Pedrinho - perguntou a professora de Escola Dominical - quem foi
que derrotou os filisteus?
- Não sei, professora. Eu não estou muito por dentro dos jogos de futebol da segunda
divisão.
Malandros (086)
Um pastor tinha o costume de bater o punho no púlpito, para dar mais
ênfase aos seus sermões. Em certo sermão, perguntou retoricamente: "e quem era
Pedro? E quem era Paulo?...." e bateu no púlpito, bradando na seqüência:
"malandros!"
É que uns garotos, conhecidos pelo pastor por suas travessuras, haviam cravado uns
preguinhos no púlpito, bem onde o pastor costuma bater o punho. Os "malandros"
eram eles.
Colaboração de Edith K. Arndt, Santa Rosa, RS
Jesus, a luz (087)
Anúncio para uma encenação de Natal de uma União Juvenil: "Todos
os papéis serão representados por jovens da congregação, exceto o do menino Jesus, que
será uma lâmpada de 25 watts escondida..."
Frustração de Natal (088)
Pedrinho tinha cinco anos e acreditava no Papai Noel. Por isso, na véspera
do Natal, sua mãe escreveu nos presente dele: "do Papai Noel". Na hora de abrir
os presentes, a irmã mais velha do Pedrinho lia: "Para o Pedrinho, do Papai
Noel". Abertos todos os presentes, ele olhou para os pais e disse:
- Puxa, eu pensei que vocês também iam me dar algum presente de Natal!
Problema financeiro (089)
Seu Antônio estava passando por dificuldades financeiras. Sua
aposentadoria de um salário mínimo dava para muito pouco. Resolveu, então, escrever uma
carta para Jesus. Levou a carta ao correio. Assim que saiu da agência, o atendente chamou
os colegas para mostrar o destinatário: "Para o Senhor Jesus Cristo". Todos
ficaram curiosos e resolveram abrir a carta (sem se importar com o fato de que a
violação de correspondência é crime). O que estava escrito era simples e direto:
"Querido Senhor Jesus: estou com problemas financeiros e peço que o Senhor me mande
500 Reais para pagar minhas dívidas. Assinado: Antônio".
O pessoal do correio ficou penalizado e resolveu fazer uma vaquinha para ajudar o seu
Antônio. Conseguiram juntar 450 Reais, que colocaram num envelope e enviaram para o seu
Antônio.
Tempos depois, seu Antônio apareceu para entregar outra carta para Jesus. Novamente os
funcionários abriram o envelope. Estava escrito: "Senhor Jesus, agradeço muito pelo
dinheiro. Da próxima vez, peço que me entregue pessoalmente, pois o pessoal do correio
deve ter ficado com 50 Reais... "
Colaboração de Neli Santos, Medianeira, PR
Com sono (090)
No sábado à noite, véspera do início do horário de verão, depois do culto, alguns
conversavam na saída da igreja. Alguém disse que, à meia-noite, os relógios deveriam
ser adiantados em uma hora. Iniciou-se uma discussão sobre as vantagens e os
inconvenientes da mudança.
De repente, um deles disse:
- O que mais me incomoda é ter de ficar acordada até a meia-noite para adiantar o
relógio. Eu não agüento dormir tão tarde... ."
Colaboração de Ute L. Jagnow, Assis Chateaubriand, PR
|