Há 100 anos no ML


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14/09/2020 #Artigos #Editora Concórdia

Confira o que era destaque no Mensageiro Luterano de setembro de 1920.

Há 100 anos no ML

Os redatores do ML, pastores Rehfeldt e Hasse, escreveram sobre um assunto tão presente neste ano de 2020, e que também o era há 100 anos, a saber, a MORTE!  Neste século 21, estamos em plena pandemia, onde, só no Brasil, até agosto deste ano, em torno de 110 mil pessoas foram vitimadas pela Covid 19. Há cem anos, ainda contabilizavam o grande número de vítimas da Primeira Grande Guerra: cerca de 20 milhões. No artigo ficou claro que a morte leva à eternidade, e, na eternidade, somente para um dos dois lugares: vida feliz com Deus ou sofrimento sem fim no inferno. Também é biblicamente esclarecida a inexistência de uma terceira via, um terceiro destino final.  

O Brasil precisava urgentemente de mais pastores e missionários. As 30 paróquias em 1920 eram atendidas por igual número de pastores, já formados em nosso Seminário, e outros vindos dos Estados Unidos. A carência era grande. Assim, vieram da Alemanha, com cursos de universidades de lá, o que já era mais que meio caminho andado para suas formações como pastores. No Brasil, já entravam diretamente no teológico, e como as aulas eram em sua grande parte em alemão, em pouco tempo estavam habilitados aos santo Ministério.

Lutero teve uns lances bem marcantes em sua vida, e muitos deles foram habilmente tratados e registrados pelo escritor W. Dallmann. Não menos importante e esmerada é a tradução do seu livro realizada pelo pr. Hasse. Lutero estava estudando Direito, atendendo também ao desejo do seu pai. Num dos muitos deslocamentos a pé pela estrada, por pouco não foi atingido fatalmente por um raio no meio de uma forte tempestade. Sentindo a morte tão perto, fez um voto, que nas suas palavras mais adiante, foram... serei monge, para servir a Deus e ser-lhe agradável pelo séculos sem fim. Emocionante, pois, é o registro da despedida e de sua entrada no Convento dos Agostinianos.

O segundo exemplar do ML referente a setembro de 1920 registra a continuidade do tema morte, com o grande título “Eternidade” (Lc 16.19-31), e ainda mais algumas passagens da vida de Lutero, desta feita, do FREI MARTINHO e suas atividades no mosteiro. Lá sofreu perseguições e chacotas, mas também foi muito admirado por ter saído de uma universidade já então bem famosa, de Wittenberg. Na página 3, amplo registro da visita do pastor Rodolpho Hasse à ... typographia... em Porto Alegre, com direito à publicação de sua foto, em grande estilo.

O “Diversas Notícias” contemplava fato sobremaneira importante para a ... IGREJA QUE CANTA... como é considerada a igreja luterana: estava impresso e lançado o primeiro hinário da IELB, sendo este a segunda obra da tipografia, tendo sido a primeira o Catecismo Menor.  

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